| Cinema | Inferno (2016)


Quando Robert Langdon, professor de simbologia da Universidade de Harvard (EUA), desperta amnésico numa cama de hospital em Florença (Itália), fica desorientado. Sienna Brooks, uma das médicas que o assiste, explica-lhe que, dois dias antes, deu entrada nas urgências com ferimentos de bala. À medida que o ajuda a recuperar a memória, apercebem-se de que ele está envolvido numa conspiração internacional que aparenta colocar em risco a sobrevivência de toda a Humanidade. Numa corrida contra o tempo que os arrasta para o desconhecido, vêem-se obrigados a seguir estranhas pistas relacionadas com a simbologia oculta encontrada em "Inferno", a primeira parte da célebre obra "A Divina Comédia", do escritor florentino Dante Alighieri (1265-1321).
Não tive oportunidade de ler Inferno antes da sua estreia pelo que o meu conhecimento era nulo. Não havia sequer suposições que pudesse fazer. O meu único ponto de familiaridade foi Robert Langdon e o seu incrível trabalho, assim como as suas pequenas peculiaridades que sempre me aqueceram o coração. Uma interpretação familiar por Tom Hanks de filmes como O Código Da Vinci e Anjos e Demónios em conjunto com o talento de Felicity Jones de A Teoria de Tudo.

Robert Langdon e Sienna Brooks 
Não sou uma novata no que toca a livros com uma carga cultural muito grande e, quase sempre, abraço com prazer esses novos saberes, nomeadamente neste tipo de livro/filme que retratam algo com o qual sempre mostrei muito interesse, sendo quase como uma esponja. No entanto, e apesar da familiaridade com a escrita de Dan Brown e de portanto, saber mais ou menos ao que iria e apesar do conhecimento do protagonista, Inferno deixou um tanto ou quanto a desejar.
The greatest sins in human history have been committed in the name of love.
Não pela falta de acção. Não pela interpretação dos dois protagonistas. Não pela ausência de uma história interessante ou de acção ou de suspense. Mas, pela falta de cultura tão característica de Dan Brown. Não posso referir o livro homónimo porque, como disse, não o li, embora tenha o desejo de o fazer nos próximos tempos. Mas, quando comparado Inferno com O Código Da Vinci ou até mesmo Anjos e Demónios, sinto que saí da sala de cinema com o mesmo conhecimento, sem nada novo a acrescentar. Foi diferente de qualquer um - mais assustador, mais surpreendente, com mais acção e cenas de cortar a respiração mas, não houve a mesma quantidade de mistério e de procura por pistas que eu esperava. Ao fim ao cabo, não foi tão interessante com os seus antecessores.


OS LIVROS


OS FILMES 


E vocês? Quem é que já viu? O que acharam? Digam nos comentários em baixo!

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