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OpiniãoPerdido em Marte tem uma premissa para lá do simples: um homem, mais concretamente o actor Matt Damon, fica preso em Marte e, é obrigado a arranjar maneiras de sustento, uma vez que o seu resgate está a quatro anos de distância. É baseado no livro de Andy Weir, The Martian e, com muita pena minha, não li o livro antes de ver o filme.
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No entanto, quando me sentei na sala do cinema, já ia com uma ideia do que ia ver. Tinha uma noção não só da história, mas da personalidade do próprio protagonista, Mark Watney e sabia que, de algum modo, ia-me rir, não sabia apenas em que circunstâncias.
Como? Questionam-se. Vi um vídeo, uma booktalk, no canal PolandBananasBooks, podem ver o vídeo no final da opinião, e a alegria e o entusiasmo, até mesmo a própria diversão do livro, passou para mim via computador.
Ridley Scoot, mais uma vez, arrastou-me para o filme nos primeiros cinco minutos, sem exagero. A cinematografia está brilhante e a interpretação de Matt Damon enquanto Mark Watney é mais do que credível. Não sei se as cenas no planeta Terra ou na nave Ares aparecem no livro, caso contrário, foram uma adição que agradeço porque dá um tom mais pessoal à história. Posso dizer igualmente que é um filme stressante como tudo e que dei por mim muitas vezes na ponta da cadeira à espera que corresse tudo mal. Foi um filme empolgante, embora tivesse gostado de ver NO MÍNIMO, dois minutos, da chegada de Mark à Terra e ao reencontro com a sua família. Para mim, não é comparável a outros do mesmo género, nomeadamente Interstellar, onde Matt Damon interpreta, novamente, alguém preso num planeta distante, mas aproxima-se um pouco.


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