Sinopse: O anjo Bethany  Church está prestes a cometer um grande erro e não tem qualquer razão para o fazer. 
Neste momento tem uma vida tranquila com o amor do namorado Xavier Woods e dos irmãos Gabriel e Ivy, mas decide que todos devem ter uma segunda oportunidade e é aliciada por Jake Thorn, para um perigoso passeio de mota. 
Nem Xavier nem os irmãos conseguem impedir nem demover Bethany de ir para a frente com o seu plano e tarde de mais ela percebe que o passeio acaba no Inferno. 
Uma vez lá, Jake Thorn negoceia a libertação de Beth para que esta possa voltar à Terra. Mas o que ele lhe pede em troca não só a vai destruir como também aos seus entes queridos. Mas poderá Bethany voltar a confiar em Jake? 

OpiniãoPrimeiro que tudo, a sinopse. A minha experiência com o livro anterior Halo, cuja opinião podem ver aqui, não foi a melhor e, a minha percepção da protagonista Bethany, ainda pior, pelo que, ao pegar em Hades e ao ler a sinopse, fiquei ainda mais frustrada pela, imaginei eu, estupidez, da namorada de Xavier.
Mas, qual é a minha surpresa, quando percebo que o mal está todo e inteiramente no resumo na contracapa. Ora vamos lá ver, nele, vemos uma Bethany que decide dar uma segunda oportunidade a Jake e tive a sensação de que ela decidiu ir dar uma volta de mota com o mesmo numa espécie de passeio. Tal não podia estar mais errado.

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Sinopse: Na Sombra das Palavras reúne cinco contos de autores portugueses, combinando thriller e fantástico em histórias de amor, memórias esquecidas e encontros com a Morte e Deus. As palavras transportam o leitor para labirintos, panópticos, livrarias e memórias longínquas. 

OpiniãoPara mim, um bom conto é aquele que prende a atenção do leitor do início ao fim e, penso que grande parte das dificuldades em relação à elaboração de um é fazer com que haja um princípio, um meio e um fim visíveis e com algum desenvolvimento num curto número de palavras e, em relação a este ponto em particular, dou os parabéns aos cinco autores portugueses, assim como à iniciativa da Editorial Divergência.
O meu conto favorito foi, sem dúvida, o de Fábio Ventura, o único autor que conhecia de antemão, uma vez que tenho a sua obra - Orbias - As Guerreiras da Deusa e Orbias - O Demónio Branco cá em casa e que, confesso, não fui de todo fã, no entanto, o conto de Fábio, O Livreiro, intrigou-me e conquistou a minha atenção. Uma pessoa tem a liberdade para interpretar um livro a seu bel prazer e, para mim, O Livreiro foi realmente a pérola Na Sombra das Palavras e foi algo que apelou à minha pessoa porque, para mim - e a minha opinião que, mais uma vez, vale o que vale, - é uma metáfora para a criação de personagens e de uma história e a obsessão consequente. Ter-lhe-ia dado, individualmente 5 estrelas no Goodreads.
A seguir a O Livreiro de Fábio Ventura, o meu preferido foi O Panoptico de David Camarinha. A escrita é muito diferente dos outros quatro contos, mais poética, à falta de melhor palavra, no entanto, tal pode actuar como uma bênção ou uma maldição e, para mim, foi difícil de perceber o cerne do conto MAS, fiquei muito surpreendida com o desenrolar da acção e o final está perfeito e adorei e, mais uma vez, interpretei como uma metáfora à criação de um mundo fictício e, se tivesse de dar uma classificação ter-lhe-ia dado 4 estrelas no Goodreads.
No entanto, para além destes dois contos que, como já referi, adorei, o conto Tábua Rasa de Mário Seabra foi, provavelmente, aquele em que eu desejava um maior desenvolvimento e achei o limite das 2000 palavras injusto. O conceito dos Tábua Rasa é interessante e queria ler mais sobre os personagens e como chegaram aquele ponto e o que aconteceu antes, algo que não senti com os dois contos anteriores, ou seja, o conto bastou-me, mas aqui, foi frustrante. Eu queria mesmo saber mais. Ter-lhe-ia dado 3 estrelas no Goodreads.
Os contos de Ângelo Teodoro e de João Ventura, O Labirinto de Papel e A Lista de Deus, ficaram aquém, quando comparado com os outros três, no entanto, pode ser algo positivo porque, apesar de não se relacionarem com os meus gostos em particular, podem apelar a outras audiências, no entanto achei O Labirinto de Papel confuso e, não percebi o conceito da história, provavelmente problema meu e, em relação à Lista de Deus, apesar de ter gostado do conceito achei que não foi muito bem explorado e não apreciei a conclusão. Ter-lhes-ia dado 2 estrelas no Goodreads.
Na Sombra das Palavras foi uma óptima iniciativa e, sinceramente, valeu a pena.
Outros títulos da Editorial Divergência: 
*Na Sombra das Palavras
*Por Mundos Divergentes
*Nos Limites do Infinito



Sinopse: Voldemort está mesmo de volta! Esta é a terrível confirmação que agita o início do sexto ano na escola de feitiçaria de Hogwarts. O crescente poder maléfico de Voldemort e do seu vasto exército de Devoradores da Morte é cada vez mais visível, não só no mundo da Magia como no mundo dos Muggles. Agora, mais do que nunca, é necessário reunir forças para combater o mal e, para isso, Harry e Dumbledore visitam o passado misterioso de Voldemort e o coração da magia negra, e desvendam alguns segredos verdadeiramente espantosos. Mas são muitos mais os enigmas que Harry terá de resolver, entre eles, um muito especial - quem é o príncipe misterioso a quem pertenceu o livro sobre poções que Harry recebeu e que revela conhecimentos poderosíssimos e perigosos? Poderá contar com ele como aliado ou será mais um inimigo a vencer? Neste penúltimo livro da série, as forças são testadas até ao limite, e Harry terá de apelas a toda a sua coragem e determinação para prosseguir na luta contra o temível senhor das trevas!...Será que vai conseguir?

OpiniãoHarry Potter e o Príncipe Misterioso é, para mim, o segundo livro mais interessante - sendo Harry Potter e os Talismãs da Morte, o primeiro - de toda a série de J.K.Rowling, isto porque, em primeiro lugar, o passado de Lord Voldemort, à semelhança do próprio passado de Harry, que tem vindo a ser descoberto ao longo dos volumes anteriores, é explorado em maior detalhe, em segundo lugar há, pela primeira vez, um maior contacto com Albus Dumbledore, o sempre enigmático director de Hogwarts e, em terceiro lugar, há um maior contacto com o mundo dos muggles e com a forma como se relaciona com o mundo da magia, evidenciando que os acontecimentos provocados por Lord Voldemort não se limitam aos feiticeiros.

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Sinopse: Este tem sido um Verão ainda mais insuportável que o costume, para Harry Potter. Sozinho com os Dursleys, não consegue perceber por que razão Ron e Hermione lhe enviam respostas tão vagas às suas cartas... Isolado do mundo mágico a que pertence, Harry segue atentamente os noticiários, convencido de que até os Muggles se aperceberão de alguma coisa, se Lord Voldemort voltar a atacar... E é então que os acontecimentos se precipitam. Parece impossível, mas, no bairro mais muggle do mundo muggle, Harry é emboscado por Dementors! Para salvar a sua vida e a do primo Dudley, Harry não tem outra hipótese senão usar magia - mesmo sabendo que isso significará a sua expulsão mais que certa de Hogwarts. Enquanto o Ministério da Magia continua a não acreditar que o terrível Senhor das Trevas está de volta, Voldemort e os seus fiéis Devoradores da Morte já começaram a preparar o seu regresso ao poder. Porém, há uma nova esperança: uma antiga Ordem secreta, da qual os pais de Herry fizeram parte, voltou a organizar-se - e Dumbledore está atento. 

OpiniãoEm Harry Potter e a Ordem da Fénix, o Ministério da Magia não quer aceitar que Lord Voldemort regressou. É possível fazer comparações com o mundo "real", já que muitas das vezes, os ditos políticos insistem em mentir ao povo até serem forçados a admitir a verdade perante a natureza óbvia dos factos, como aconteceu com Cornelius Fudge, Ministro da Magia sem que antes, no entanto, forçasse uma expulsão, seguida de uma suspensão e audiência disciplinar, face à execução de um Patronus, necessário para que Harry defendesse não só a sua vida como a de Dudley, o seu primo e aqui começam a aparecer algumas das minhas questões: Cornelius Fudge ouvira em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, Harry referir o feitiço de suspensão por parte de Dobby após ter insuflado a tia, então porquê a reacção exagerada? Eu compreendo que não queira dar parte de fraco ou admitir que o sabia, querendo sim dar a entender que Harry é um tresloucado, mas ele devia, pelo menos, mostrar algum reconhecimento, a não ser que o tivesse completamente ignorado no terceiro volume.

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Sinopse: Harry Potter nem quer acreditar na sua sorte! Afinal não vai ter de aturar os Dursleys até  ao início do seu quarto ano de Hogwarts. Graças à Taça Mundial de Quidditch vai passar os últimos quinze dias de férias na companhia dos Weasleys e do seu amigo Ron. Mas a verdade é que nem tudo vai correr pelo melhor para o nosso herói. Quando Harry começa a sentir a sua cicatriz a doer terrivelmente, sabe que Lord Voldemort está de novo a rondá-lo e a ganhar poder. A Marca da Morte, que apareceu no céu, não pode significar outra coisa... Entretanto, este é um ano muito especial para Hogwarts, pois é lá que se irá realizar o célebre Torneio dos Três Feiticeiros, no qual o Harry vai desempenhar um papel decisivo que quase lhe irá custar a vida! Pela segunda vez, Potter vê-se frente a frente com Voldemort, e ele sabe que o maior desejo do poderoso senhor das trevas é vê-lo morto... 

Opinião: Harry Potter e o Cálice de Fogo marca o regresso de Lord Voldemort e o começo de uma sucessão de três livros negros, recheados de lutas e do desvendar de alguns mistérios que rondam o passado do protagonista e do seu antagonista. Cálice de Fogo começa logo com três mortes que revelam um pouco mais sobre o Senhor das Trevas e, mais importante sobre os seus planos. Três mortes que representam a perda da inocência. Não há mais pedra filosofal. Não há mais câmara dos segredos. Lord Voldemort regressou em plena posse dos seus poderes.

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Sinopse: Faltavam ainda algumas semanas para o fim de mais umas horrendas férias de Verão com os Dursleys, quando Harry ouve a triste notícia da vinda da detestável tia Marge! Quebrando as leias de Hogwarts, Harry não resiste a usar os seus poderes de feiticeiro e acaba por abandonar a casa dos tios, deixando a perplexa tia Marge, mais inchada do que um balão, a flutuar junto ao tecto da cozinha dos Dursleys... Mas este terceiro ano de Harry Potter na Escola de Magia e Feitiçaria esconde perigos insuspeitados. De Azkaban, a prisão-forte par feiticeiros, evade-se o prisioneiro mais temido, Sirius Black, que muitos dizem ser o fiel servidor de Voldemort, o Senhor das Trevas. E porque repetiria ele, durante o sono, a frase: «Ele está em Hogwarts...Ele está em Hogwarts?» Estaria a referir-se a Harry Potter? Tudo indica que sim. O nosso herói não está a salvo nem mesmo dentro das paredes da Escola agora que o lado negro está a reunir as suas forças. A atmosfera em Hogwarts torna-se cada vez mais tensa. Quem é afinal Sirius Black? Porque é que os Dementors, os guardas de Azkaban têm um efeito tão devastador sobre Harry? Haverá realmente um traidor entre os seus amigos de Hogwarts? A cada nova aventura, Harry enfrenta forças mais poderosas, a cada nova aventura, levanta-se um pouco mais o véu que esconde os mistérios da sua família... 

OpiniãoHarry Potter e o Prisioneiro de Azkaban é o ponto de viragem. É o primeiro livro onde Voldemort não é a ameaça - directa - e onde um véu começa a ser levantado em relação ao passado e começa a haver, pela primeira vez, uma maior menção às personalidade de James e de Lily e não apenas ao seu aspecto físico - «és tão parecido com o teu pai, mas tens os olhos da tua mãe». James e Lily começam a tornar-se pessoais e é a primeira história secundária a existir e há a compreensão de que acontecimentos passados na adolescência dos pais do nosso herói, levaram a muitos dos acontecimentos presentes.

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Sinopse: Cinder elabora um plano para fugir da prisão e, se for bem-sucedida, irá tornar-se a fugitiva mais procurada da comunidade. Do outro lado do mundo, a avó de Scarlet Benoit desapareceu. Scarlet entra em pânico e, na sua busca, acaba por descobrir que existem muitas coisas sobre a avó que desconhece, assim como ignorava o grave perigo que correu toda a vida. 
Quando Scarlet encontra Wolf, um lutador de rua que poderá ter informações sobre o paradeiro da avó, sente-se relutante em confiar nele, mas ao mesmo tempo sente-se inexplicavelmente atraída. Scarlet e Wolf tentam desvender o mistério do desaparecimento da avó, mas deparam-se com outro quando encontram Cinder. Além de todos os problemas que estão mergulahdos, ainda terão de anticipar os passos da maléfica rainha Levana, que fará qualquer coisa para que o belo príncipe Kai se torne seu marido, seu rei, seu prisioneiro. 


Book Trailer: 

OpiniãoScarlet é o segundo volume das Crónicas Lunares, seguido de Cinder, cuja opinião podem ver aqui, e que são, sobretudo, retailings de histórias de encantar bastante conhecidas. Enquanto Cinder se focava em Cinderela, como o próprio nome indica, Scarlet, segue a história do Capuchinho Vermelho. Spoilers adiante.
Neste segundo volume temos, ao contrário do que eu esperava, mais do que um ponto de vista porque, apesar do nome, Scarlet, segue a história de uma protagonista com um nome homónimo ao livro, mas continua igualmente a seguir Cinder que, por esta altura afastou-se completamente da imagem de Cinderela ou da história da mesma, mas também de Kai, o príncipe imperador - além de que temos um capítulo dedicado apenas à Rainha Levana.
Para além das nuances dos contos populares ao longo do livro - desde a avó desaparecida, ao lobo, à procura na floresta, à camisola de capuz vermelho, - percebemos rapidamente que as protagonistas dos diferentes livros vão encontrar-se nalgum ponto da história e, um dos aspectos positivos, é o facto de podermos "viajar" pelo mundo, ou seja, não estamos num lugar estático.
Kai está em Nova Pequim, na Comunidade Oriental.
Scarlet numa vila pequena em França, na Europa.
Cinder viaja pelo espaço em fuga com o seu companheiro americano.
O Dr Earland aparentemente está por África.
Mas, em relação a este segundo volume, confesso que só começou a ficar realmente interessante lá para o meio e, os capítulos dedicados a Scarlet foram, para mim, os mais interessantes, devido à personalidade algo impetuosa e um pedacinho para o arrogante da protagonista. E, fosse com Cinder ou com Scarlet tenho de realçar as cenas de acção dominadas pelas protagonistas femininas em diferentes pontos do livro porque foram elas que controlaram a situação para o bem ou para o mal. No entanto, em relação a Scarlet, como havia a necessidade de uma constante mudança de ponto de vista, não houve um desenvolvimento tão grande como aconteceu com Cinder e mesmo a relação que se estabelece entre Scarlet e Wolf é uma relação "fogosa" movida pela atracção, enquanto que Cinder e Kai eram mais comedidos e "fofinhos", à falta de melhor palavra.
E aqui tenho de enaltecer a estupidez dos homens humanos da história. Kai, o querido Kai não percebe ou sequer se questiona do porquê de uma demandada tão grande em busca de uma Lunar à muito esquecida, e não junta os pontinhos, para perceber quem Cinder realmente é. Por outro lado, Thorne, o infame companheiro de Cinder, na minha imaginação, ligeiramente comparável ao Capitão Jack Sparrow, com a sua ânsia constante de afirmação e tiradas sarcásticas, VÊ, efectivamente uma imagem da Princesa Selene, sem braço e sem uma perna e, mais uma vez, não junta os pontinhos, já que a rapariga que tem ao seu lado, não tem um braço e uma perna.
Mas falando de Thorne, chato, arrogante, convencido. A relação entre ele e Cinder foi um dos pontos altos da leitura (aquando do ponto de vista de Cinder) e a forma como se desenvolveu ao ponto de se tornarem uma equipa, o que me faz questionar a quem no fim, irá pertencer o coração de Cinder porque, sinceramente, neste momento estou a torcer por Thorne.
Marissa Meyer, a autora, fez um bom trabalho com a parte do lobo e a relação com o capuchinho vermelho, transformando-o em amante. Confesso que gostei bastante da personagem de Wolf embora, mais uma vez, fosse previsível a direcção que a história tomava com o pequeno plot twist de que Wolf afinal é Lunar e pertence aos soldados geneticamente modificados da Rainha Levana. A previsibilidade, mais uma vez, deve-se à qualidade de retailing e ao facto de ter pontos em comum com o conto infantil porque nele, o lobo é obviamente mau.
Para mim continua a ser um pedacinho complicado adaptar-me ao mundo futurístico e robótico, mas o facto de haver tantos detalhes e de não serem histórias independentes facilita a imersão no universo criado pelo autora e começamos a perceber que há uma relação entre as protagonistas dos quatro livros, Cinder, Scarlet, Cress (Winter ainda ligeiramente desconhecida), e o seu background lunar, uma vez que sabemos que Cinder é a Princesa Selene, Scarlet é 25% (?) Lunar, Cress é uma Hacker da Rainha Levana e Winter será alguém, eventualmente.
Gostei particularmente da forma como a autora tirou a avó de cena e a transformou em alguém importante para o aparecimento da Princesa Selene na Terra, ou da forma como Iko subitamente entrou em cena como uma nave espacial e a sua insegurança quanto ao facto de estar «enorme». Questiono-me apenas como terão ultrapassado a barreira da língua, ou será que há apenas uma língua universal?
Outros títulos das Crónicas Lunares
*Cinder
*Scarlet
*Cress
*Winter

*Fairest: Levana's History