Até agora isto era apenas uma nota num caderno. 
O novo ano já começou - há precisamente 15 dias - mas, ainda assim, apesar de um pouco tarde, decidi publicar os meus 5 objectivos literários para o ano de 2018. São objectivos que quero cumprir ao longo dos doze meses porque, no fundo, preciso de estruturação e de preparação, caso contrário, nos meus poucos tempos livres acabo no sofá a ver o que seja que esteja a dar na televisão.

Ler Mais



SinopseSafiya vive numa aldeia do Norte da Nigéria, onde o Islão aplica a sua lei do modo mais cruel e arcaico. Segundo a sharia, a lei islâmica, as mulheres que têm filhos fora do casamento são condenadas à lapidação: enterradas até ao pescoço e apedrejadas até à morte. Safiya é uma delas. A sua história rapidamente se espalhou pela Internet, enchendo jornais e levando governos e organizações internacionais a pressionar a Nigéria para salvar a sua vida, mesmo no último instante. Eu, Safiya é antes de mais um relato pessoal, onde uma mulher africana conta a "sua" história, não a história de alguém que se tornou um símbolo para o mundo, mas a de uma mulher que viveu sempre numa pequena comunidade rural e pacífica. A história de Safiya é um exemplo porque é igual à de tantas outras mulheres africanas. Mulheres que vivem num continente cheio de contradições e onde a vida humana pode valer pouco mais que nada.
Opinião: Eu, Safiya foi uma leitura interessante. Foi a primeira vez que li algo do género e fiquei surpreendida por ter gostado. Eu, Safiya é um livro que tenho há algum tempo e que foi lido no seguimento da Maratona de Outono e Inverno 2017 na categoria de livro de não ficção. Esta é uma comovente e extraordinária história verídica de uma mulher africana condenada à morte por apedrejamento por incríveis força externas que condenam as mulheres que tenham relações sexuais fora do casamento. A procura de Safiya pela justiça é a parte mais importante do livro, embora não seja a sua totalidade.

Ler Mais



Sinopse: A história de uma rapariga, um rapaz e o universo. 
Natasha: Sou uma rapariga que acredita na ciência e nos factos. Não acredito no destino. Ou nos sonhos que nunca se concretizam. Não sou de todo aquele tipo de rapariga que encontra um rapaz simpático numa rua nova-iorquina cheia de gente e se apaixona por ele. Não quando a minha família está a doze horas de ser deportada para a Jamaica. Apaixonar-me por ele não será a minha história. 
Daniel: Sou o bom filho, o bom estudante, correspondendo sempre às elevadas expectativas dos meus pais. Nunca fui o poeta. Ou o sonhador. Mas quando a vejo, esqueço tudo isso. Algo em Natasha faz-me pensar que o destino nos reserva, a ambos, alguma coisa muito mais extraordinária. 
O universo: Cada momento das nossas vidas conduziu-nos a este momento único. Há um milhão de futuros perante nós. Qual deles se tornará realidade?
Opinião: Sou a primeira a admitir que histórias de amor que decorrem no espaço de vinte e quatro horas - ou menos - não são as minhas favoritas. Ironicamente, tal como Natasha, acredito que há determinadas coisas na vida que precisam de tempo, sendo o desenvolver de uma relação uma dessas coisa, seja ela real ou fictícia. Mas, mais uma vez, Nicola Yoon, tal como fez com Tudo, Tudo e Nós, superou-se e surpreendeu-me pela positiva com O Sol Também É Uma Estrela. 

Ler Mais



SinopseNão era intenção de Aza, uma jovem de dezasseis anos, investigar o enigmático desaparecimento do bilionário Russell Pickett. Mas estão em jogo uma recompensa de cem mil dólares e a vontade da sua melhor amiga Daisy, que se sente fascinada pelo mistério. Juntas, irão transpor a distância (tão curta, e no entanto tão vasta) que as separa de Davis, o filho do desaparecido.
Mas Aza debate-se também com as suas batalhas interiores. Por mais que tente ser uma boa filha, amiga, aluna, e quiçá detetive, tem de lidar diariamente com as suas penosas e asfixiantes «espirais de pensamentos». Como pode ser uma boa amiga se está constantemente a pôr entraves às aventuras que lhe surgem no caminho? Como pode ser uma boa filha se é incapaz de exprimir o que sente à mãe? Como pode ser uma boa namorada se, em vez de desfrutar de um beijo, só consegue pensar nos milhões de bactérias que as suas bocas partilham?


OpiniãoMil Vezes Adeus foi a minha primeira leitura do ano de 2018 e, apesar de o ter terminado no primeiro dia do ano sei que vai ser, muito provavelmente, um livro que me vai acompanhar durante os próximos meses e, quem sabe, os próximos anos. John Green excedeu-se com Mil Vezes Adeus ou Turtles All the Way Down, na versão original. Na verdade, penso que seja o seu melhor trabalho sendo, sem dúvida, o meu favorito - até agora. 

Ler Mais



Assim como no ano passado e no ano antes desse, vou participar - ou pelo menos tentar - no desafio literário do site Pop Sugar e que vai começar dia 1 de Janeiro de 2018 e termina a 31 de Dezembro de 2018 - todo o ano.
O objectivo, claro, é sempre o de ler o maior número de livros possíveis. No total são 50 desafios, sendo que 10 deles estão numa categoria de leitura avançada e vou tentar ao máximo concretizar a totalidade dos desafios propostos e vou usar a #popsugarreadingchallenge2018 para aqueles que se quiserem juntar a mim. 
Como é óbvio, uma vez que estou a planear a TBR com um ano de antecedência, reservo-me ao direito de mudar a escolha do livro para um determinado desafio. É mais uma guideline para não me sentir perdida quando não souber o que ler e que vai sendo preenchida à medida que os desafios são cumpridos. 

Ler Mais




Opinião: As lacunas da religião e a incapacidade de provar determinados factos como incontestáveis levaram à existência de uma panóplia de teorias da conspiração e ao desenvolvimento de ideias que foram consumidas pelos mais cépticos e pelos descrentes como certas. Esta dualidade de pontos de vista, nenhum com qualquer tipo de provas, cada um aproveitando-se das lacunas do outro, levou à criação de obras de ficção como O Código Da Vinci, um livro que gerou uma polémica intensa por questionar a divindade de Jesus Cristo e por colocar em causa as verdades por detrás da mulher que foi Maria Madalena. A versão cinematográfica alimentou os desacatos e as trocas de opiniões entre os crentes e os apologistas de teorias secundárias.

Ler Mais




Sinopse: E eu continuo. Continuo em busca da paz. Em busca da rima perfeita. Em busca de sentimentos. Em busca do fim do mundo. E não vou parar até encontrar. Não vou parar até encontrar tudo o que me falta. Tudo o que me completa. E se a fé se for, eu vou. Mesmo sem fé. E se o meu irmão for, eu vou. Mesmo sem ele. Se a maré subir, eu vou. Mesmo sem pé. E mesmo que eu morra, eu vou. Mesmo morto. Porque enquanto vocês me lerem, eu vou continuar vivo.Ainda estou à procura daquilo que me falta. Estou cada vez mais perto, mas sinto-me cada vez mais longe.Mas lembremos: Seja a nossa despedida amanhã, ou tenha sido ontem, estaremos sempre juntos. Olha para o lado, e eu estarei lá. Para te apoiar. Para te ajudar a levantar. Para te mostrar o mundo. E para partilhar contigo todas as aventuras.
Eu não gosto de despedidas. É difícil dizer adeus. Mas eu contínuo aqui. Vivo dentro de ti. Porque tu vives em mim.
Até breve. Até um dia destes. Porque, se estás a ler isto, é tarde demais.
Opinião: A meio do mês de Novembro fui abordada pela Chiado Editora que me propôs a realização de uma crítica à obra de Leandro Peleja, 100 Sentimentos. Infelizmente, não tive oportunidade de pegar imediatamente no livro, o que foi uma pena mas, mais vale tarde do que nunca. 100 Sentimentos é o segundo livro do autor, sendo o primeiro A Saudade tem um Nome. Sou a primeira a reconhecer a minha ignorância face ao autor ou às suas obras e foi com surpresa que iniciei leitura. E, em primeiro lugar quero aplaudir o autor, já que, para mim, é um feito colocar qualquer ideia ou pensamento em papel e ainda ser reconhecido por isso. Em segundo lugar, quero aplaudir um pouco mais o autor por ser capaz de colocar em palavras emoções, por vezes, tão contraditórias e, na maior parte das vezes, emoções comuns ao mero mortal.

Ler Mais




Sinopse: A vida de Nora Grey continua longe de ser perfeita. Sobreviver a um ataque que podia ter-lhe custado a vida não foi fácil, mas tudo se resolveu, graças ao seu anjo da guarda ¿ uma criatura misteriosa, sedutora e bela.
Mas Patch tem sido tudo menos angelical. Está mais distante do que nunca e parece estar a passar demasiado tempo com a arqui-inimiga de Nora, Marcie Millar. E, como se isso não bastasse, Nora é assombrada por recordações do seu pai assassinado, começando a pensar que as intrigas dos anjos poderão estar relacionadas com a morte dele.
Desesperada por desvendar os estranhos acontecimentos do seu passado, Nora expõe-se ao perigo, na esperança de encontrar algumas respostas.
Mas todos sabemos que há perguntas que nunca devem ser feitas...


Opinião: Depois de Hush Hush não consegui controlar-me o suficiente para não começar a ler Crescendo, o segundo volume da série de Becca Fitzpatrick. Mais uma vez, não foi a minha primeira - ou segunda, ou terceira - leitura e, ainda assim, dei por mim a voar pelas páginas - já familiares - e a acabar o livro em tempo recorde. Por vezes, durante a nossa vida de leitores, se tivermos sorte, deparamos-nos com um ou outro livro que, de alguma forma, é capaz de consumir metade do nosso dia e pensamento não importa o quão mau possa ser/parecer para outras pessoas. É um guilty pleasure.

Ler Mais



Sinopse: Um bonito abeto sonha ser grande como as árvores à sua volta. Com o passar do tempo, transforma-se numa árvore robusta. Enquanto crescia, observa algumas das outras árvores grandes a serem cortadas. "Para onde as levarão?", interrogava-se ele. Os pardais deram-lhe a resposta: serviam para enfeitar as casa no Natal, com dezenas de luzinhas e presentes. E ele desejou que lhe acontecesse o mesmo...


Opinião: Na sequência da Xmas-A-Thon fui desafiada a ler um conto de Natal. O Abeto de Natal de Hans Christian Andersen pareceu-me - na altura - a melhor opção e, uma vez que não conhecia o livro - ou pelo menos não me recordava da história, - achei que era uma coincidência perfeita. Não é um livro excepcionalmente grande, pelo contrário. É um livro surpreendentemente pequeno. A escrita é simples e própria para crianças. Mas, tal não é o meu espanto, quando me deparo com um conto que não é alegre, não tem uma mensagem feliz e termina de forma abrupta, o que me deixou surpreendida. 

Ler Mais



Sinopse: Apaixonar-se não fazia parte dos planos de Nora Grey. Nunca se sentira atraída por nenhum dos rapazes da sua escola, apesar da insistência de Vee, a sua melhor amiga. Então, aparece Patch. Com um sorriso fácil e uns olhos que mais parecem trespassar-lhe a alma, Patch seduz Nora, deixando-a completamente indefesa.
Mas, após uma série de encontros assustadores com Patch, que parece estar sempre onde ela está, Nora não consegue decidir se há de cair-lhe nos braços ou fugir sem deixar rasto.
Em busca de respostas para o momento mais confuso da sua vida, Nora dá consigo no centro de uma antiga batalha entre imortais. E quando é chegada a altura de escolher um rumo, a opção errada poderá custar-lhe a vida.


Opinião: Hush Hush de Becca Fitzpatrick é um velho favorito. A primeira vez que o li tive a sensação de ser arrancada do meu mundo aborrecido e transportada para outro completamente diferente e muito mais excitante. Hush Hush tornou-se popular numa época pós-crepúsculo onde um BUM de livros paranormais e de fantasia levaram ao consumo excessivo do género mas, ainda assim, conseguiu captar a minha atenção o suficiente para o reler mais vezes do que aquelas que estou disposta a admitir. É uma leitura rápida e fácil. A complexidade depende se há ou não um conhecimento prévio aos elementos mais fictícios da história mas, mesmo esses são apresentados de forma simples e a autora é relativamente simpática ao tornar a linha temporal fácil de seguir.

Ler Mais


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...